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Para iniciar nossa conversa, vamos primeiramente definir um conceito básico: O que é o streaming?

Traduzido ao pé da letra, streaming quer dizer transmissão. É uma forma de distribuição de conteúdo digital na rede de maneira instantânea, onde as informações não são armazenadas pelo usuário em seu próprio computador. O usuário apenas reproduz a mídia à medida que ela chega ao seu dispositivo, seja ele: smartphone, tablet, PC ou Smart TV. A funcionalidade do streaming se destaca devido à capacidade de enviar dados em fluxo contínuo sem esperar pelo carregamento do conteúdo e requer apenas banda suficiente para esta transmissão.

(Você pode entender detalhadamente toda a estrutura de streaming da Zoeweb)

 

De onde veio o streaming?

Por volta de 1920, George O. Squier patenteou um sistema de transmissão e distribuição de sinais através de linha elétricas que foi a base técnica para o que depois foi chamado de Muzak, uma tecnologia de streaming contínuo de música para donos de comércios, sem o uso do aparelho de rádio.

O streaming de mídia em computadores data do início da expansão da informática, na metade do século 20. Porém, foi feito pouco progresso por muitas décadas, devido ao fato de existir um alto custo e capacidade limitada do hardware do computador. Depois do final dos anos 80 e durante os anos 90 os computadores pessoais se tornaram poderosos o suficiente para exibir vários tipos de mídia. As primeiras questões técnicas relacionadas com o streaming foram:

– Capacidade de CPU e largura de banda suficiente para apoiar as taxas de dados necessários.

– A criação de caminhos de baixa latência de interrupção no sistema operacional para evitar o buffer.

Durante 1990 e o início dos anos 2000 a informática foi se desenvolvendo e o acesso à rede também. Nessa época os usuários podiam perceber: melhor funcionamento da banda da Internet, crescimento do acesso à rede (especialmente a Internet), uso de protocolos e formatos como TCP/IP, HTTP, HTML e acima de tudo a comercialização da Internet. Tudo isso impulsionou o uso de streaming e o acesso à rede foi se democratizando cada vez mais.

 

Para onde vai o streaming?

Com uma breve retrospectiva dos últimos anos podemos perceber que o streaming esteve em alta – e ainda está. Isso tudo é graças aos avanços da tecnologia e a necessidade de disseminação em massa de produtos e ideias. Mas porque o streaming está tão “na moda” ultimamente?

Alguns motivos podem ser exemplificados:

 

Streaming em dispositivos móveis

Os dispositivos móveis estão extremamente evoluídos e acima de tudo sofisticados. O foco atualmente é a experiência de usuário. É desejável que não se mostre a mesma tela que aparece no desktop em um aparelho de celular. Estamos tão acostumados com o uso contínuo de nossos dispositivos móveis que todos os mercados estão se inclinando para investimentos na área. O resumo da justificativa para investir em streaming de vídeos online é simples: produza para onde seu produto será consumido. Na Internet e nos dispositivos móveis o acesso à vídeos bate recordes. Os hábitos mudaram e as pessoas querem ter acesso a conteúdo, todo o tempo e em qualquer lugar.

 

Melhor qualidade dos vídeos

Já existe uma preocupação por parte da indústria de tecnologia e streaming em oferecer aos usuários de qualquer dispositivo – seja um smartphone ou computador – vídeos 4k, permitindo, assim, uma qualidade de imagem superior. Essa mudança resulta em uma experiência de usuário bem mais satisfatória.

 

Interatividade e Apps

Hoje já podemos perceber a grandeza das redes sociais e o poder de influencia que elas possuem. Elas estao bem mais ativas na vida dos usuários e resultam em um processo de streaming mais interativo: os grandes Facebook e Twitter estao presentes não só nos vídeos gravados, mas nas transmissões ao vivo, aproximando fãs de seus programas favoritos através da interação online, por exemplo.

 

Controle de espectadores de uma forma diferente

Os espectadores de hoje são, obviamente, bem diferentes dos de antigamente. A tecnologia mudou a forma de entretenimento ao libertar os usuários de uma programação rígida e inflexível. Isso significa que, atualmente, a baixa audiência na hora da transmissão de um programa não levará ao seu cancelamento, apenas serão desenvolvidos novos sistemas de reprodução via internet ou de armazenamento para visualizações futuras.

* Com esses exemplos citados acima, percebemos que o mercado de streaming ainda tem um longo e produtivo caminho pela frente, com forte tendência de se expandir e beneficiar a quem faz uso de sua tecnologia.

 

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