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streaming virtualiza habitos
No cenário atual muitos hábitos da sociedade estão sendo mudados, melhor dizendo: virtualizados. A sociedade se encontra em uma rotina corrida e predominantemente ocupada, com horários variáveis e cada vez menos tempo livre direcionado a atividades de lazer. Logo, há uma necessidade de adaptação, comodidade e praticidade ao menos nestes momentos de descontração. O público quer consumir o que quiser, quando quiser, na tela que preferir, tudo da maneira mais prática possível.

A tecnologia e o streaming vêm mudando a forma como as pessoas consomem diversos conteúdos. Com a possibilidade de reprodução em dispositivos móveis, alta qualidade de vídeo e áudio, interatividade e até mesmo controle de espectadores o caminho que este mercado tem pela frente é longo e produtivo, com forte tendência de se expandir e beneficiar a quem faz uso de sua tecnologia.

Em 2014 a venda de músicas via streaming nos Estados Unidos superou a venda de CDs pela primeira vez na história. Enquanto a venda de música em formato físico sofreu uma queda de 0,5% ante 2013, as vendas feitas a partir de serviços como o Spotify e o Deezer cresceram significativos 29%, acumulando cerca de US$ 1,87 bilhão. Atualmente, os streamings já correspondem a uma fatia de 27% do total de receitas da indústria musical.

No Brasil, o crescimento chega a ser ainda maior: por aqui, empresas como Spotify, Deezer e Rdio conseguiram um aumento de 53,6% no faturamento em 2014. Este crescimento do streaming é decorrente da popularização de serviços como o Spotify, Deezer, Rhapsody, Pandora, SiriusXM, Youtube e Vevo.

Na era da TV pela internet o número de “canais” é infinito, assim como os sites da web. O Netflix lidera os acessos de streaming e simboliza o futuro do entretenimento. São mais de 54,5 milhões de assinantes, em mais de 50 países.
A cada mês mais de 2 bilhões de horas de filmes e séries de TV são assistidas (e isso sem comerciais). O streaming do Netflix é responsável por 34% do tráfego da internet banda larga nos Estados Unidos e até os maiores ícones da própria televisão estão cedendo à inovação. Até a Rede Globo está investindo em sua própria plataforma de streaming. A Globo TV+ dará acesso às novelas, séries, telejornais e reality shows na íntegra, sem comerciais.

Sendo assim, se até grandes empresas e mercados já estabelecidos no ramo clássico de consumo de entretenimento estão percebendo mudanças no consumo de seus conteúdos e estão se adaptando, porque VOCÊ, empreendedor bem informado também não investe neste tipo de adaptação?

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