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Não é mais uma novidade que o streaming diminui consideravelmente a pirataria de conteúdos multimídia. Já foi bastante comentado que disponibilizar conteúdo via streaming é uma forma eficiente de fazer com que o ouvinte saia da prática ilegal de download de conteúdo pirateado e comece a usar um sistema pago e permitido por lei.
Este mercado tem muito a oferecer no combate contra a pirataria e alguns reflexos disso já aparecem em pesquisas que comprovam cada vez mais o destaque do streaming no mercado.Em 2014, pela primeira vez no Brasil, o streaming ultrapassou lojas de download de músicas como a iTunes Store, mostrando que os arquivos MP3 estão a caminho de se tornarem antigos, obsoletos. Os serviços de streaming já representam 51% das vendas digitais no país – contra 19% via telefonia móvel e 30% de downloads. Estes dados são da Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD).

Também no ano passado, pela primeira vez na história, o streaming rendeu mais dinheiro do que a venda de CD’s. A RIAA (Associação Americana da Indústria da Música) liberou um relatório com o faturamento de 2014 em diversos meios de se consumir o trabalho de bandas e artistas e de maneira inédita o streaming apareceu na frente dos CDs.De acordo com a associação, os serviços de streaming faturaram 1.87 bilhões de dólares enquanto a venda de CDs foi responsável por 1.85 bilhões.Isto tudo é prova de que o consumo de multimídia se trata de um universo em transformação e o streaming é um dos caminhos mais interessantes para se consumir este tipo de conteúdo atualmente.

Enquanto serviços de distribuição ilegal de música (como Grooveshark, Pirate Bay, Limewire, etc) enfrentam proibições e fechamentos há um bom tempo, o mercado de streaming só se desenvolve.

Alguns exemplos de serviços de streaming disponíveis atualmente são: Spotify, Deezer, Superplayer, Google Play, Rdio, Beats Music (indisponível no Brasil por enquanto) e Rhapsody (disponível por aqui como Napster).

Além desses grandes conhecidos do público, serviços similares têm sido criados por diferentes grupos da sociedade para atender a seus interesses e públicos. Devido à remuneração inferior à venda de discos físicos, alguns artistas revelaram insatisfação com os serviços de streaming tradicionais e, por isso, lançaram, no final de março, o Tidal, plataforma que daria remuneração mais adequada aos artistas.Ainda que timidamente, um grupo seleto de artistas (que inclui Jay-Z, Madonna, Rihanna, Beyoncé, Kanye West e Arcade Fire) tem lançado conteúdo exclusivamente no Tidal.Em contrapartida, outros astros se renderam ao mercado tecnológico atual e autorizaram a entrada de suas músicas em nos serviços populares de streaming.

Entre eles, estão Roberto Carlos, Pink Floyd, Led Zeppelin e John Lennon.A concorrência pode aumentar ainda mais nos próximos tempos com a chegada de outros serviços além dos já citados anteriormente, como o YouTube Music Key (ainda restrito a convidados) e a Apple Music (plataforma que será lançada no final de Junho).

O Deezer, um dos principais serviços de streaming na atualidade, parece concordar com o Spotify na afirmação de que essa modalidade ajuda a diminuir a pirataria.No início de Maio, o Spotify completou um ano de suas atividades no Brasil e disse que a pirataria está diminuindo graças aos serviços oficiais de qualidade e um modelo que “vale a pena”.

Como muitos outros, a empresa acredita que as pessoas estão dispostas a pagar um preço justo por um serviço que ofereça vantagens.No final do mesmo mês, o CEO do Deezer (Hans-Holger Albrecht) afirmou que os serviços de streaming colocarão um fim à pirataria no mundo. Para ele, este tipo de serviço facilita o processo de encontrar qualquer catálogo de músicaspor um preço fixo e consideravelmente justo.

Ainda que a versão gratuita destes serviços seja utilizada por muitas pessoas, as empresas acreditam que suas propostas sejam um ótimo recurso para atrair os usuários para aderir à versão premium de suas plataformas.

Nas palavras do CEO do Deezer: “O streaming é o futuro. Não vejo nenhuma razão para piratear musica. Hoje em dia qualquer pessoa pode acessar qualquer catálogo graças a serviços como o Deezer, que permite baixá-lo e ouvi-lo offline posteriormente por um preço fixo. É uma grande alternativa à pirataria.”

E vocês (clientes e leitores do blog da Zoeweb): O que acham do streaming como alternativa à pirataria?

Conseguem visualizar algum motivo para baixar músicas ilegalmente quando se tem a praticidade dos serviços de streaming atualmente?